Propaganda eleitoral começa com partido sem programa e jingles em Campo Grande


A propaganda eleitoral na TV em Campo Grande teve início nesta sexta-feira (9) com jingles, muitas imagens pela cidade e, apesar do pouco tempo, cerca de cinco minutos ao todo, já com ataques entre os candidatos. O PSL, que briga na Justiça para definir se lança Vinícius Siqueira ou Loester Trutis como candidato, acabou ficando sem veicular nenhum programa no período destinado ao partido.


O tempo começou com o PV, com Marcelo Bluma atacando o serviço de transporte coletivo da cidade. “Chega de sofrimento”, anunciou o candidato. Em seguida, Esacheu Nascimento, do PP, destacou a gestão que realizou à frente da Santa Casa de Campo Grande enquanto diretor, e afirmou acreditar no poder do trabalho. “As transformações precisam chegar a todas as regiões da cidade”, propôs.


Paulo Matos, do PSC, disse não ser ‘nem da nova e nem da velha política’. “Sou da política que dá certo”, disse. Guto Scarpanti, do Novo, destacou que não é filho de político e pediu voto no ‘novo’.


Dagoberto Nogueira (PDT) aproveitou o tempo destinado à sigla para mostrar o jingle da campanha, gravado pelas ruas de Campo Grande e durante visita aos bairros.


Márcio Fernandes, do MDB, usou o tempo disponível ao partido para mostrar sua rotina em família e depoimento de parentes. Também destacou que uma boa gestão depende de ideias e inovação.


Marcelo Miglioli, do SD, destacou o tempo em que trabalhou como secretário de obras e citou a conclusão do Hospital do Trauma e do prédio da UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul) durante a permanência dele na administração, afirmando que quer fazer um trabalho honesto para mudar a Capital.


Do Podemos, Delegada Sidnéia Tobias pediu fim da corrupção e da politicagem. “Vamos pôr a malandragem para correr”. Cris Duarte, do Psol, destacou que chegou a vez e a voz das mulheres governarem Campo Grande.


João Henrique Catan (PL) fez o programa com apoiadores falando sobre o trabalho dele e apareceu ao fim para destacar que acredita na mudança.


Pedro Kemp (PT) pediu justiça social e disse que ‘Campo Grande não é só o Centro’, mostrando imagens dos bairros da cidade e com promessa de retomar obras paradas e a economia.


Na vez do PSL, o programa não foi veiculado e foi projetada a imagem destacando que aquele era o tempo destinado ao partido.


Em seguida, foi a vez da campanha de Marquinhos Trad (PSD), candidato à reeleição. Com maior tempo de TV, Marquinhos destacou que melhorou a cidade, que estava abandonada. Lembrou o jingle da campanha passada, mostrando que cumpriu o que prometeu e disse que é hora de avançar e fazer mais. “Arrumamos a casa e trabalhamos, trabalhamos muito, sem procurar culpados, sem falar mal de ninguém”, destacou. No final do programa, veiculou o novo jingle.


Por último, foi a vez do Promotor Harfouche, do Avante, que destacou não ter tempo de TV e convidou a população para acompanhar seu programa e propostas pelas redes sociais. “Tenho passado limpo e nunca negociei cargos”, resumiu.

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